terça-feira, 28 de julho de 2009

Como você tem servido ao seu Deus?

Sua qualidade de vida depende diretamente desta questão, seja qual for seu Deus. O quanto mais você se dedica ao seu deus, mais ele satisfaz seus desejos, sejam quais forem. Isto é o que ensinam TODAS as religiões.
Como existem muitas religiões e a maioria delas é contrária uma à outra, isto quer dizer que existem muitos “deuses” também e mesmo aqueles que negam qualquer existência deste tipo, na verdade já escolheram um deus também, da religião chamada “ciência”, seguida por aqueles que desejam o conhecimento do universo, que quanto mais se dedicam ao seu “estudo”(serviço ao seu deus), negando outras práticas diferentes de seu “método científico”(sua “bíblia”), mais se enchem de teorias contraditórias e menos de respostas.
“Tudo que sobe, tem que descer”

Existem algumas leis que são absolutas, como a da gravidade, por exemplo.
Outra é a da ação e reação. Quando você quer obter algo neste mundo, seja possuir algum objeto específico, obter algum conhecimento ou experimentar alguma “sensação”, tem sempre que fazer uma troca. Seja em trabalho físico, mental, ou desfazer-se de outro objeto que já possua. “Quero ter um carro”. Por isso acordo cedo, me submeto a uma rotina de trabalho durante certo tempo para conseguir recursos para trocar pelo carro que desejo. Quero ter uma casa, a mesma coisa. Quando se trata de algo menos palpável, como uma “sensação”, por exemplo, muda a rotina, mas o sistema ainda é o mesmo: tenho sempre que “barganhar” algo, realizando uma ação, seja física(ingerindo alguma substância que altera o humor) ou mental(se concentrando). Mas tudo exige algum esforço consciente de nossa parte, ao contrário dos outros seres vivos, que obtém a maioria de suas necessidades inconscientemente, ou “por instinto”.

Todos os valores, inclusive morais, são relativos

O quanto estamos dispostos a dar em troca sempre depende do valor que damos àquilo que desejamos. Por exemplo, se o que o sujeito mais quer na vida é ter um celular de último tipo, mas não tem recursos suficientes para comprá-lo na loja(trocar por dinheiro), ele pode roubar um de outra pessoa, ou gastar energia e tempo em outra atividade que lhe forneça outros meios de obter o que deseja, mas sempre será obrigado a realizar alguma ação. Ele nunca obterá o celular apenas “pensando” nele.
Que ação realizar para obter o objeto desejado? Algumas são complicadas, outras mais fáceis. Roubar, por exemplo, é mais fácil do que consumir esforço físico e mental em outra atividade, com paciência e auto-controle durante um tempo prolongado, até obter os recursos suficientes para serem trocados pelo celular. Pela “lógica”, o jeito mais prático é roubar. Se alguém se opuser à conquista de seu objetivo, pela “lógica” é mais fácil matar ou incapacitar o oponente do que argumentar com o que se opõe ao seu objetivo.
Mas roubar e matar não é “errado”? Depende, quem disse? Nem todos os deuses consideram o roubo e o assassinato algo ruim, apenas meios para se chegar a um objetivo. Ora, cada “deus” tem seu próprio conjunto de regras para aqueles que os seguem. Nem todos os “deuses” acham que não se deve mentir, roubar, matar, adulterar. Por exemplo, os muçulmanos explodem bombas com a intenção de matar aqueles que não seguem seu próprio deus. No Brasil, a maioria dos políticos que cuidam do dinheiro público e que professam a “religião” católica ou espírita, que são religiões que alegam obedecer ao Deus da Bíblia, são desonestos e embolsam para si grande parte dos recursos que seriam destinados aos mais pobres. Para eles e para seu “deus”, roubo não é problema, tampouco a mentira o é, mesmo que sua “religião” ensine o contrário, “seu deus” está acima de qualquer religião... Muitos “evangélicos” também, que se acham melhores que os católicos e espíritas ou que os seguidores de outras “religiões”, mesmo os “científicos”, fazem o mesmo, e, o fato é que, os seres humanos, em sua maioria, vivem em mentiras, prostituição, avareza, adultério e desonestidade, apesar de “as regras” de suas “religiões” ensinarem o contrário.

Há uma diferença entre a sua “religião” e seu “deus pessoal”

Muitos muçulmanos alegam que sua “bíblia” não ensina a matar os seguidores de outras religiões, mas o fazem assim mesmo. Os “cristãos” também. Já os espíritas dizem que devem tratar bem o próximo, porque o “carma” fará com que tudo volte para eles mesmos, só que também não são grandes exemplos de bondade, assim como a MAIORIA dos seguidores de QUALQUER religião.
Mesmo os “científicos”, que negam a existência de qualquer deus, ainda assim seguem um “código moral”, ditado pela sua própria “consciência”, mas que, assim como os seguidores de outros deuses, pode mudar bruscamente de valores de acordo com seu “humor” ou nível de substâncias entorpecentes no sangue.

Independente da religião que pratica, cada um segue seu próprio deus, feito à sua própria imagem e semelhança

Enfim, o que estou querendo demonstrar é que, independente da “religião” que se pratica, TODOS temos um “deus interior”, que dita nossa ética e nossa moral, manifestada em nossas ações, no momento em que desejamos alguma coisa.
“Eu desejo aquela mulher ou aquele homem”. Dependendo do “meu deus interior”, posso não me importar que ela(ou ele) seja casada(o) e “roubá-la(lo)” por algumas horas, posso tentar comprá-la de seu marido, ou posso simplesmente matá-la por não conseguir o que desejo, mesmo tendo acabado de sair de uma “reunião espiritual” em minha religião preferida(seja em um templo ou seja em um bar). “Eu quero aquele carro; eu quero isto, eu quero aquilo.” O valor daquilo que desejamos é o que no fundo dita as regras de nossa conduta moral. Cada “deus interior” é que determina o que é aceitável ou não para se atingir um determinado objetivo.
Ou seja, “independente da “religião”(conjunto de rituais) externa que pratica, cada um de fato segue seu próprio deus interior, feito à sua própria imagem e semelhança.” Não é o que “está escrito” no “livro da religião” que importa, na prática, mas o que fazemos ou não. SEU DEUS interior é que determinará o quanto você está disposto a obedecer ou não a regras impostas por determinado grupo.


O que significa “ISMO”, em cristianISMO, bramanISMO, hinduISMO, satanISMO?

“Ismo” é um sufixo de origem grega que, no âmbito da religião, exprime a idéia de divindade, fé, reverência às coisas sagradas ou doutrina.

Qualquer “manual da fé” ensina que nosso “deus” deve vir sempre em primeiro lugar.
“Ele” deve estar sempre no centro de nossas atenções, afinal será “ele” que, de uma forma ou de outra, satisfará os desejos da nossa alma.

Nosso “ismo” é o que define qual será o centro de nossa atenção, a prioridade de esforço em nossas vidas, a chama que nos faz despertar no dia seguinte, enfim, o conjunto de regras pelas quais iremos moldar nossas ações, nossa ética e nossa moral, que dá o sentido de nossa existência e nos separa dos outros seres viventes não humanos, que apenas vivem por viver, por instinto, sem consciência do universo ao seu redor e sem preocupação pelo futuro pós morte.

Cada “ismo” tem seu próprio conjunto de regras para cada situação, em quanto à posse de bens materiais, ao relacionamento com os demais seres vivos e crença em quanto ao destino de cada um após sua morte.

Ao estudar um pouco as diversas religiões da terra, veremos muitas semelhanças entre elas em quanto ao seus objetivos: Explicar de onde viemos, para onde vamos, e como agir neste intervalo, é o que torna todas as religiões iguais em essência.

Todos os seres vivos já nascem com um “ismo interior”, chamado o EGO-ISMO.
“Ego” quer dizer “eu”. Ego-Ismo, quer dizer “Eu-Divino”, “Eu-Sagrado”,
“Eu-em-primeiro-lugar”.
Todos os animais, inclusive o homem, são capazes de “prejudicar” outros seres vivos, até mesmo seus semelhantes, para satisfazer suas necessidades físicas mais primitivas, como comer, descansar e acasalar-se. Até as plantas, em seu crescimento, procuram sobrepor-se umas às outras em busca de um melhor lugar ao sol. Tente dividir um pacote de 6 chocolates entre 30 crianças de pouca idade e você verá a prova disto. Se antes eles brincavam juntos em perfeita harmonia, agora serão violentos rivais, motivados por este “deus pessoal”, o “eu em primeiro lugar”.

Este “ego-ismo”, que nasce com cada um, é o que nos torna completamente diferentes
–ou iguais- uns aos outros, independente da “religião” praticada.
Pessoas de uma mesma religião podem ter conceitos e idéias completamente contraditórias, dependendo do quanto se libertaram ou se exercitaram neste
“ego-ismo ”, ou seja, nesta adoração a si mesmos, considerando seus próprios desejos como sendo o mais sagrado e divino “direito”, que está sempre acima de tudo e de todos.

Daí concluímos que a maior religião do mundo é esta: o Egoísmo

Por isso, nosso “egoísmo” é que escolhe a religião de sua preferência, de acordo às suas prioridades, ou seja, o que beneficia a si mesmo mais ou menos, em primeiro lugar. Nem todas as religiões prejudicam o egoísmo, a maioria delas permite que a pessoa continue pensando em si mesma em primeiro lugar, desde que faça algumas “pequenas concessões” às divindades adoradas, em benefício de seus líderes representantes ou aos demais membros.
A grande maioria das religiões exige alguma atenção especial de seu seguidor, seu tempo, seu esforço físico e mental, seus bens materiais, em favor da “divindade”, representada por algum outro ser humano que se beneficia deste esforço.

Jesus foi o único a propor um modelo de religião em que “o próximo” está sempre em primeiro lugar. Algumas religiões compatíveis com o egoísmo tentaram se adaptar, ensinando que se você colocar o “próximo mais próximo” em primeiro lugar, você será com certeza o segundo, e receberá ainda mais que ele!
Outros até aceitam colocar algum próximo em primeiro lugar, com a condição de que ele também pertença ao seu próprio grupo e em algum momento retribua de alguma maneira. “Dai e dar-se vos á”, dizem eles, motivando o egoísmo de seus seguidores com a promessa de recompensa.

Mas será este o modelo proposto pelo Deus Pai de Jesus? O ensinamento claro e puro de Jesus foi este: Se desvencilhar de toda e qualquer paixão pelas coisas terrenas e beneficiar sempre em primeiro lugar o seu próximo, seja quem ele for, sem esperar nada em troca. Esta é a definição mais sublime da palavra “Amor”, o sacrifício pessoal em benefício de outra pessoa, sem a motivação egoísta da recompensa.

Todas as religiões prometem algo aos seus seguidores, após a sua morte. Mas Jesus prometeu "a Sua Paz", para aqueles que o seguem, agora mesmo. Falta paz em sua vida? Reavalie "seu deus pessoal".

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A verdadeira prosperidade

Introdução:
Hoje em dia o que mais se ouve na maioria das grandes denominações
é sobre a prosperidade. Programas de televisão, em vários canais, pastores de diversas denominações dizem sempre o mesmo: Deus quer te fazer prosperar! Há igrejas que ensinam que Deus nos fez “reis e sacerdotes” para reinarmos aqui e agora. Dizem que temos que ter o “melhor” desta terra, aqui e agora.
Será realmente verdade isto? Então por que é que somente alguns “prosperam” e outros não? Os que não se tornam ricos estarão em pecado, como dizem estes pregadores? Vejamos o que diz a Palavra de Deus sobre os últimos dias:


Marcos 13
1 E, saindo ele do templo, disse-lhe um dos seus discípulos: Mestre, olha que pedras, e que edifícios!
2 E, respondendo Jesus, disse-lhe: Vês estes grandes edifícios? Não ficará pedra sobre pedra que não seja derrubada.
3 E, assentando-se ele no Monte das Oliveiras, defronte do templo, Pedro, e Tiago, e João e André lhe perguntaram em particular:
4 Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá quando todas elas estiverem para se cumprir.
5 E Jesus, respondendo-lhes, começou a dizer: Olhai que ninguém vos engane;
6 Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.
7 E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.
8 Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes e tribulações. Estas coisas são os princípios das dores.
9 Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho.
10 Mas importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações.
11 Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais solícitos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premediteis; mas, o que vos for dado naquela hora, isso falai, porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo.
12 E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai ao filho; e levantar-se-ão os filhos contra os pais, e os farão morrer.
13 E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.
14 Ora, quando vós virdes a abominação do assolamento, que foi predito por Daniel o profeta, estar onde não deve estar (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes.
15 E o que estiver sobre o telhado não desça para casa, nem entre a tomar coisa alguma de sua casa;
16 E o que estiver no campo não volte atrás, para tomar as suas vestes.
17 Mas ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias!
18 Orai, pois, para que a vossa fuga não suceda no inverno.
19 Porque naqueles dias haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá.
20 E, se o Senhor não abreviasse aqueles dias, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos eleitos que escolheu, abreviou aqueles dias.
21 E então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo; ou: Ei-lo ali; não acrediteis.
22 Porque se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos.
23 Mas vós vede; eis que de antemão vos tenho dito tudo.

Logo, podemos ver que nos últimos dias em que estamos, devemos esperar por TRIBULAÇÕES, não por prosperidade. Sabe por que? Vejam bem, quem é que a Bíblia diz que é o “príncipe” deste mundo? Satanás. A quem pertence a glória deste mundo? Veja o que satanás diz a Jesus em sua tentação no deserto:

Mateus 4
1 Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.
2 E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;
3 E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.
4 Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
5 Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo,
6 E disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para que nunca tropeces em alguma pedra.
7 Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.
8 Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles.
9 E disse-lhe:Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.
10 Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás.
11 Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.


Então, quem deseja a glória deste mundo, deve servir a quem, a Deus ou ao diabo?
Vejam o que o Senhor Jesus disse a um rico que queria entrar no Reino dos Céus:

Mateus 19
18 E perguntou-lhe um certo príncipe, dizendo: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna?
19 Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom, senão um, que é Deus.
20 Sabes os mandamentos: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe.
21 E disse ele: Todas essas coisas tenho observado desde a minha mocidade.
22 E quando Jesus ouviu isto, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa; vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres, e terás um tesouro no céu; vem, e segue-me.
23 Mas, ouvindo ele isto, ficou muito triste, porque era muito rico.
24 E, vendo Jesus que ele ficara muito triste, disse: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!
25 Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus.

Mas por que é importante sofrermos tribulações, Deus não é bom e não quer o melhor para nós?

Romanos 5
1 Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;
2 Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.
3 E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,
4 E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.
5 E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.

Vejam o que aconteceu ao Apóstolo João:

Nos primeiros anos da igreja, ocorreu uma grande perseguição. Durante este período terrível, o apóstolo João foi aprisionado e levado para Roma. O imperador romano da época (Nero ou Diocleciano) baniu João para a ilha de Patmos. Era uma pequena ilha, inóspita e desabitada. A única população era feita de uns poucos prisioneiros exilados, condenados a viver lá até o fim dos seus dias. Como eles, João foi mandado a Patmos para morrer.

Segundo o padrão de qualquer pessoa, João era um fracassado. Muitos cristãos de hoje em dia olhariam para ele e diriam: "Que perda. Por que Deus permite que um dos homens mais ungidos de todos os tempos fique confinado dessa maneira? Por que permite que um discípulo consagrado fique exposto aos elementos, quase morrendo de fome? Não entendo por que João não pediu que Deus o livrasse. Afinal de contas, ele registrou que Jesus disse 'Se pedirdes alguma cousa ao Pai, ele vo-la concederá...pedi e recebereis' (João 16:23-24). Onde está a fé de João?". Agora imagine a reação dos líderes da igreja atuais. Tristemente, eles mediriam João pelo padrão atual de sucesso: ele não tinha uma igreja, prédios, e nem dinheiro para alugar ou comprar uma estrutura. Ele não tinha carro para viajar, nem casa, nem um terno decente para pregar. Ele não tinha planejamento ministerial, trabalho com a comunidade, nenhum plano para ganhar as nações. Os líderes de hoje rapidamente o eliminariam dos quadros, dizendo, "Esse homem não tem nada. Está acabado. Afinal de contas ele foi chamado ao ministério para fazer o quê?".
Mas, assim que foi libertado, quando o imperador que o prendeu morreu, João foi para Éfeso e escreveu suas três epístolas à igreja sobre o assunto do amor. Foi isso que Deus ensinou a este consagrado servo através dos tempos difíceis: amar. Os cristãos sofrerão nos dias que virão? Sim, sofreremos. Mas tão seguramente quanto Satanás não pôde destruir João, Deus não permitirá que o inimigo destrua o Seu santo remanescente. Ele está levantando uma igreja de fiéis ministros, que se firmarão nEle em todas as tempestades.

Conclusão:

O Senhor espera que nosso coração esteja Nele, e não na “glória”, nas “coisas” deste mundo. Por que Ele nos prometeu suprir “todas as nossas necessidades”. Não devemos andar ansiosos por coisa alguma. Coloque suas necessidades aos pés do Senhor, jejue e ore.
Saiba que através das tribulações é que teremos a oportunidade de desenvolver os frutos do espírito, necessários para correr a carreira que nos foi proposta.
Deixemos as distrações do materialismo deste tempo presente e tenhamos firme a nossa esperança de um novo Céu e de uma nova terra, de uma vida eterna, onde não haverá mais dor nem tristeza.Amém.

O Verdadeiro Pastor

O verdadeiro Pastor dá a vida pelas suas ovelhas
Convivendo com elas, tendo sua casa sempre aberta para que todos vejam seu exemplo como pai, marido e servo de Deus.

O falso pastor tira a vida de suas ovelhas, dominando e controlando suas vidas nos mínimos detalhes, se intrometendo e sempre criticando suas vidas pessoais, tomando partido em discussões entre maridos e mulheres, desprezando seus filhos.

O verdadeiro pastor vive no mesmo padrão de suas ovelhas, junto com elas, bebe água onde elas bebem, come quando elas comem, descansa quando elas descansam.

O verdadeiro pastor trabalha como qualquer um, tem uma profissão, leva uma vida simples sem se preocupar em ajuntar riquezas nesta terra, porque Jesus ordenou que “não ajunteis para vós tesouros nesta terra”, “mas ajuntai tesouros no céu”;
o verdadeiro pastor usa os dízimos e ofertas que recebe para obras assistenciais, cuidando dos mais necessitados, “dos pobres, das viúvas e dos órfãos”, como mandam as escrituras.
O falso pastor vive uma vida de luxo e ócio, usando o dinheiro de suas ovelhas para comprar para si mesmo carros novos, terrenos e propriedades, brinquedos caros para seus filhos e jóias para sua mulher, usa roupas caras e acessórios de ricos, como um rei sustentado por seus súditos, geralmente vive em um palacete em algum bairro nobre de sua cidade, engordando, cercado por suas ovelhas mais gordas e mais fortes, com seus servos e seguranças que guardam suas riquezas e patrimônio materiais, se banqueteando com finas iguarias como reis, enquanto as ovelhas mais magras e mais fracas vivem afastadas, na periferia da cidade, padecendo fome, sede e frio, trabalhando duro, mal-remuneradas como escravos, sempre ameaçadas pelas conseqüências ainda mais terríveis que sua vida já miserável, caso não estejam em dia com sua “taxa” de sustento do falso pastor, que ele chama de “dízimo”.

O verdadeiro pastor é simples, manso e humilde, como Jesus.
O falso pastor é arrogante, prepotente, se acha sempre com a razão porque crê que está acima dos demais, é uma pessoa pouco confiável e hipócrita.

O verdadeiro pastor é monoteísta, como ensinam as escrituras, sabe que há um só Deus no céu, com Seu Filho sentado à sua destra e procura fazer tudo igual ao que o Filho de Deus ensinou e fez na terra, sabendo que há um poder que pode ressuscitá-lo e lhe fazer viver eternamente, e vive consolado por esta promessa.
O falso pastor é politeísta, acredita e adora a vários deuses, ou uma “trindade”, prefere confundir as pessoas simples enquanto à natureza de Deus, com sua aparência de “doutor da lei”, para que não percebam que na verdade ele não é igual a Jesus e nem quer ser. Sabe por que ele prefere uma “trindade politeísta”? Porque enquanto o verdadeiro pastor se espelha em Jesus e procura ser igual a ele, dando exemplo nas coisas mais simples da vida, o falso pastor prefere se espelhar em algo mais complicado, mais “inacessível aos simples”, “etéreo” e “menos palpável”, como um “espírito santo”, para justificar suas atitudes irracionais e anti-éticas, por vezes ofensivas a Deus e aos homens, verdadeiras loucuras claramente contrárias às escrituras. Ele prefere adorar este “espírito santo”, principalmente as “pastoras”!, para poder praticar bruxaria e quiromancia disfarçadas de “profecias” e “visões pelo espírito”, para ao final obter alguma vantagem financeira e controle emocional sobre “seus servos”, como qualquer bruxo cobra por seus “trabalhos” e domina seus seguidores pelo medo. Ele dá a desculpa de que este “espírito santo” “também é deus” e dirige seus cultos e adoração a este “espírito”, clama pela “presença” desta “pessoa-espírito” em seus cultos e reuniões, para que todos sejam “possuídos” por ele e não vejam a Verdade e não sejam por fim libertos de suas garras e dentes de lobo, caso eles clamassem pelo Jesus Verdadeiro, o Autor e Consumador da nossa Fé, Aquele que morreu por nós na cruz e que não era um “espírito com poderes sobrenaturais”, mas um ser humano igual a nós, com todas as nossas fraquezas, pois Jesus recebeu poderes “sobrenaturais” apenas após a Sua ressurreição, ou ele não teria dito que as obras que Ele fazia nós também faríamos, e ainda maiores.

O verdadeiro pastor sabe e ensina que os filhos de Deus já nascem com Sua Lei gravada em seus corações, e que Jesus ia aos templos apenas para condenar as más obras daqueles hipócritas, falsos mestres, lobos devoradores disfarçados de sábios, que amavam serem “adorados” publicamente, como “representantes de Deus na terra”, Ele freqüentava os templos dando vista aos cegos, libertando os cativos das garras daqueles lobos devoradores, como os que vemos hoje em abundância, cada um falando contra o outro e impondo sua “logomarca”, verdadeiros mercadores da fé, com seus livros e estudos em vídeos e DVDs, que servem apenas para reafirmar sua visão distorcida e diabólica da Palavra de Deus.

O falso pastor diz que Jesus desde pequeno estava no templo, aprendendo as escrituras e ensina que é necessário estar sempre presente em todas as reuniões de sua igreja, seus seminários e estudos, que quase sempre tem um custo financeiro, para que aprendam a “manejar as escrituras”, só que do seu próprio ponto de vista, não o de Deus. Por isso há tantas denominações diferentes e muitas vezes com doutrinas totalmente contrárias umas às outras, porque estes falsos pastores nunca estão de acordo entre si com a interpretação das Escrituras, exatamente como os religiosos judeus que mataram Jesus também debatiam entre si pelo mesmo motivo.

O verdadeiro pastor ensina suas ovelhas mais jovens a descobrir o pecado oculto nas aparências que a sociedade e os meios de comunicação de massa impõe disfarçadamente no subconsciente das pessoas.
As “ovelhas” do falso pastor tem problemas de relacionamento, seus jovens seguem as tendências da moda, por mais sensual e diabólica que seja, são ignorantes e inseguras do Poder de Deus, porque assistem novelas e acreditam nos telejornais e nos “cientistas” mais do que nas próprias Escrituras.
As ovelhas do falso pastor vivem como qualquer outra pessoa do mundo, em mentiras, enganos e falsidades, procurando sempre tirar proveito um do outro, para se sobressair na sociedade, com acúmulo de riquezas, poder político e bens materiais.

O verdadeiro pastor ensina suas ovelhas a como viver neste mundo, sem fazer parte
dele.
O verdadeiro pastor abre mão de sua vida pessoal em favor de suas ovelhas e ensina com isto, na prática, o que é o Amor.

O falso pastor consome a vida de suas ovelhas em favor de si próprio, e suas ovelhas nunca sabem o verdadeiro significado da palavra Amor.

A vontade perfeita de Deus